Salve, Salve, FLAleluia!
Dentro do princípio de transparência que sempre procuro me pautar, aviso a todos os leitores que resolvi aderir a um projeto político no Flamengo. Sou um dos elaboradores do Plano de Gestão do movimento denominado Revolução Rubro-Negra.
Antes de falar do movimento em si, comunico que pretendo continuar escrevendo no Magia Rubro-Negra e no Saudações Rubro-Negras, sempre às quartas-feiras, com a finalidade de abordar com mais profundidade temas relacionados à gestão do futebol. No entanto, não quero fazer palanques políticos destes espaços virtuais. Meu objetivo é o de qualificar o debate sobre o futuro do Flamengo. Propor alternativas viáveis. Jamais ficar de picuinhas e ataques.
Continuarei torcendo pelo sucesso da gestão da Patricia, como sempre fiz, porque isto significa o sucesso do Flamengo, que está acima, muito acima, de qualquer interesse político. Continuarei torcendo desesperadamente pelo hepta, ainda mais que ficamos livres da influência negativa do Ronaldinho (aliás, fiz um artigo relembrando sua passagem por meio da releitura de vários blogs). Há pouco, mantivemos nossa invencibilidade e continuamos sem vencer ou perder no campeonato. Aos mais pessimistas, lembro que faltam apenas 42 pontos para o ano terminar sem traumas.
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Hoje abro uma exceção para poder explicar um pouco mais a ideia do movimento, que chamamos de Revolução Rubro-Negra e que pretende ser um aglutinador de todos aqueles que querem construir um Flamengo com profissionalismo, para que o Clube volte a ocupar o lugar que merece no cenário mundial.
O mote principal da campanha será um só: um choque de gestão profissional. Os dirigentes amadores ficarão alijados do processo operacional e o clube será gerido por um CEO (diretor executivo) contratado e remunerado conforme regras de mercado. Abaixo dele, entre outros a ser determinado pelo próprio, destaco três executivos:
- Futebol
- Esportes Amadores
- Fla-Gávea
As áreas serão autônomas e as duas primeiras geridas como negócios. Excetuando-se o remo (exigência estatutária), os demais esportes terão que se auto-sustentar. Já o responsável pela Gávea, será uma espécie de síndico.
Em uma época em que isto fazia sentido, dirigentes perderam casamentos pelo amor ao Flamengo e tiraram dinheiro do próprio bolso para resolver históricos problemas de fluxo de caixa. O Flamengo foi construído por aqueles senhores de idade que frequentam o clube e a eles devemos todo nosso respeito.
O modelo amador fez o Flamengo chegar aonde chegou e não se pretende ignorar ou desrespeitar um passado de tantas glórias. Porém, a verdade é que este modelo se esgotou. Não dá para imaginar um clube forte e vencedor, fazendo negócios com grandes corporações (parceiros, empresas de mídia, fornecedores, patrocinadores, etc.) sem um choque de gestão profissional.
A gestão do Flamengo tem que ser independente de opinião, de pessoas, de modismos. Tem que se ater a princípios impessoais, conhecidos como princípios de governança corporativa, que não são negociados e não dependem de circunstância ou tipo de indústria.
O Flamengo precisa estruturar sua gestão com o rigor exigido a qualquer corporação que, tal como o clube, movimenta altos valores financeiros e mexe com a vida de tanta gente. Precisa sanear seus departamentos, reorganizar seus processos, mudar sua cultura interna, isentar as decisões de influências e interesses pontuais, dar um norte claro de que a dinâmica mudou
Assim, faço um convite para que acesse o site http://www.revolucaorubronegra.com.br e conheça detalhadamente as propostas de políticas administrativas, de pessoal, financeira, planejamento, marketing, esportiva, patrimonial e de relacionamento, além dos códigos de ética e manuais de conduta. Está tudo lá! Se gostar, entre em contato e venha fazer parte desta Revolução

