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quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

BACALHAU, CARNIÇA SAGRADA NA QUARTA-FEIRA DE CINZAS

Caríssimos irmãos de fé rubro-negra,
Salve, Salve, FLAleluia!



"O número de dias de jejum e abstinência a que se sujeitavam anualmente os portugueses era considerável, não se limitando ao período da Quaresma, a época do ano em que o bacalhau era "rei" à mesa. Segundo Carlos Veloso, durante mais de um terço do ano não se podia comer carne. Assim era na "Quarta-Feira de Cinzas e todas as Sextas e Sábados da Quaresma, nas Quartas, Sextas e Sábados das Têmperas, (n)as vésperas do Pentecostes, da Assunção, de Todos-os-Santos e do dia de Natal e ainda nos dias de simples abstinência, ou seja, todas as Sextas-Feiras do ano não coincidentes com dias enumerados para as solenidades, os restantes dias da Quaresma, a Circuncisão, a Imaculada Conceição, a Bem-Aventurada Virgem Maria e os Santos Apóstolos Pedro e Paulo."

O trecho acima foi retirado do Livro "O Bacalhau na vida e na cultura dos portugueses" de Marília Abel e Carlos Consiglieri. Com o tempo, nós brasileiros flexibilizamos esse costume católico importado de nossos colonizadores. Porém, em duas datas especiais, a Igreja Católica continua recomendando a abstinência da carne vermelha: no início e no final da quaresma, ou na Quarta-Feira de Cinzas e na Sexta-Feira da Paixão. 

Já para a Igreja Flamenga, o bacalhau é o principal alimento para o espírito rubro-negro. É a carniça mais suculenta que se pode oferecer ao Urubu. Ao saborear um bacalhau, especialmente em momento decisivos, os devotos do Manto Sagrado se fortalecem e entram em contanto direto com os Deuses Rubro-Negros. É um momento especial de glória!

Para se preparar um delicioso bacalhau, a receita é a mais simples possível. Primeiro, oferecemos pequenas sardinhas para engorda do nosso pescado predileto. Ao comê-las, às vezes até com facilidade, o pobre bacalhau tem o ego inflado e imagina que poderá até voar para enfrentar uma ave de rapina. Santa tolice! Nada que ele tenha enfrentado antes pode lhe causar tanto terror quanto um urubu.


Após o desvaneio inicial, já com o bacalhau rechonchudo pelo próprio ego, iniciamos o momento de terror lembrando aos adoradores da feiona camisa da cruz de cemitério nossa ampla superioridade. É o momento de colocar o bacalhau em banho-maria, para que já comecem a imaginar a pressão que está por vir.


Com o desespero tomando conta do bacalhau, o peixe está pronto para ser servido ao Urubu. Mas, para que o banquete seja completo, é preciso encher de fiéis devotos rubro-negros o templo onde acontecerá a oferenda portuguesa. 


Depois é só deixar que tudo acontecerá naturalmente. O resultado final é o que todos já sabemos por antecipação. Os viceínos enrolarão suas bandeiras e sairão cabisbaixos, após terem sambado, pois para o bacalhau tudo acaba na Quarta-feira de Cinzas.

 FLAmém!

domingo, 2 de janeiro de 2011

Ronaldinho Gaúcho? Oremos todos para que seja logo Carioca!

Caríssimos irmãos de fé rubro-negra,
Salve, Salve, FLAleluia!

Se estou certo de que ele virá? Não! Com esta diretoria, se algo tem chance de dar errado, ... É  bom orarmos...

Se acho que ele fará a diferença? Ora, no futebol brasileiro até Gilberto jogando no meio virou craque. É preciso dizer mais alguma coisa?

Feche logo com o certo, Ronaldinho! Olha como o Manto lhe caiu bem! A Nação te aguarda! Transforme-se logo em Ronaldinho Carioca!

FLAmém!

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Flamengo, minha religião

Caríssimos irmãos de fé rubro-negra,
Salve, Salve, FLAleluia!

Desde que se tem notícias da existência humana, há dados que vinculam a cultura, por mais primitiva que seja, com a busca de algo que poderíamos considerar como sendo religioso. No entanto, mesmo a religião estando, talvez desde o início dos tempos, ligada ao homem, não é fácil de ser conceituada. Afinal, o que é religião? O que realmente significa?

Uma das formas mais elementares de se buscar a definição de alguma coisa é analisarmos sua etimologia. Pois, para a maioria dos estudiosos, a palavra religião é derivada do latim religio, religare, significando "religar", "ligar bem", "prender". Deste modo, poderíamos conceituar religião como sendo uma ligação entre as pessoas e estas a uma força superior. Trata-se, portanto, de um conceito bastante abrangente. Não estaria correto dizer que o Flamengo promove a ligação de um grupos de pessoas a uma força superior (o próprio clube)? Portanto, etimologicamente falando, o Flamengo é uma religião - a minha religião!

Tal qual a arte e a tecnologia, a religião é um fenômeno inerente à cultura. Não há registro histórico de qualquer agrupamento humano onde não se tenha professado algum tipo crença. Muitas sociedades não se utilizaram da palavra religião propriamente dita, mas continham elementos considerados sacros ou profanos e tinham fé em uma espécie qualquer de força superior. Para, nós, Flamenguistas, não há elementos que nos são sagrados e outros profanos? O que representa, para nós rubro-negros, o nosso manto? E as camisas feias dos rivais? O que é o Maraca para nós? Assim, o Flamengo é uma religião - a minha religião!

As religiões representam um fenômeno social pelo qual se estabelece um conjunto de crenças em divindades e são exercidas normalmente por meio de rituais, considerados sagrados. Pois, em jogos do Flamengo não existem ritos que a torcida segue religiosamente? Também, não acreditamos na força superior de quem está usando o manto? Não temos até o nosso Messias, aquele que liderou nossa libertação mundial? Logo, o Flamengo é uma religião - a minha religião!

Dentro deste mesmo conceito, religiões possuem cultos ou missas celebradas em homenagens a suas divindades. Analisem um jogo! Vejam se não estamos celebrando lá nosso culto ao Flamengo Supremo! Por conseguinte, o Flamengo é uma religião - a minha religião!

Por falar em celebração, religiões costumam ter períodos temporais especiais. Nós, flamenguistas, também temos nossa Páscoa (a Conquista do Mundial), o nosso Natal (Aniversário do Zico), etc. Assim sendo, o Flamengo é uma religião - a minha religião!

Os sistemas religiosos possuem dogmas e têm como finalidade a salvação! Quem aqui ousaria negar que a salvação é rubro-negra e contestar a superioridade do Flamengo como sendo uma verdade absoluta! Por consequência, o Flamengo é uma religião - a minha religião!

Quantas vezes já não ouvimos ou dissemos que torcer pelo Flamengo é fechar com o certo! A definição de certo e de errado não estaria ligado a conceitos religiosos? Sem dúvida, ainda mais quando tais conceitos, como é o caso, estão relacionados às palavras bem e mal. Em outras palavras, o Flamengo é uma religião - a minha religião!

Os críticos dizem que religião é uma espécie de ópio do povo, que serve apenas para que as pessoas transfiram suas próprias frustrações. Ora, não é o mesmo que as más linguas falam do futebol? Por outro lado, os religiosos dizem que a atitude de seguir determinada religião promove a paz interior, acalma, supre necessidades e ajuda a livrar os homens de suas angústias. Ora, quem fica angustiado após um gol do Flamengo? Quem daqui já não se sentiu nas nuvens ou em paz após uma grande conquista? De um modo ou de outro, o Flamengo pode ser conceituado como religião - a minha religião.

Há religiões que pregam a existência de um Deus único, para outras há uma pluraridade de divindades. Há, ainda, quem considere Deus como sendo "Tudo"! Pois, para mim, o Flamengo, é Tudo, é Único e é Plural! Desse ponto de vista, o Flamengo é uma religião - a minha religião!

Outrossim, poderíamos explorar a existência de diversos outros fatores que unem conceitos de religião aos costumes estabelecidos por nós, flamenguistas, tais quais: dependência (dependemos ou não do Flamengo para termos um dia feliz, por exemplo), adoração, fé, mistérios (alguém consegue explicar o que sentimos pelo Flamengo ou coisas que acontecem com o Mengão?).... Porém, acho que já é suficiente. Para mim, o Flamengo é uma religião verdadeira - a minha religião. E para você?

Afinal, se Deus é brasileiro, ele há de ser flamenguista, certo?

FLAmém!

sábado, 30 de outubro de 2010

TORCER PELO FLAMENGO

Caríssimos irmãos de fé rubro-negra,
Salve, Salve, FLAleluia!

Flamengo, Flamengo,
Por ti, torço, vibro, sofro;
Por ti, declaro amor eterno;
Por ti, meu coração acelera;
E aí...
Perco o controle!
Não estou mais no comando de mim mesmo.
Xingo, grito, perco a voz, dou gargalhadas!

Quantos sentimentos!
Sim, Rei Roberto Carlos,
Quantas emoções!
Sentimentos, por vezes, até contraditórios;
Uma verdadeira montanha-russa emocional.
O que significa torcer pelo Flamengo
é muito difícil de ser descrito por meio de palavras,
Porém, bastante gostoso de sentir!

O bom é que é algo permitido a quase todos;
O Flamengo é aberto,
É democrático!
Não importa a cor de sua pele,
ou sua classe social,
Ou, mesmo, seu nível de instrução.
Quase todos podem ser Flamenguistas;
Só precisam gostar de vencer e
Não ter preconceitos;
É preciso gostar, sobretudo, de gente!
É preciso conviver com as diferenças,
De uma massa tão enorme,
Quanto heterogênea!

Ser Flamengo,
É ter a certeza de que será maioria em qualquer lugar,
É acreditar sempre,
É ter garra, fibra, vontade, determinação.
É ter uma fé absoluta,
Em algo que não se explica;
É saber que sua confiança,
Somada a de uma multidão,
No final, fará toda a diferença!
É essa fé que faz do Flamenguista,
Mais do que um torcedor,
Um devoto religioso!

Eis o motivo, qualquer que seja a competição,
De estarmos sempre entre os favoritos,
Ninguém é louco de nos descartar!
A razão é a força de nossa fé!
Por causa dela, somos invejados!

Como podem não desistir nunca?
É o que os outros se perguntam,
A cada vez que ressurgimos,
Após, nos descartarem precipitadamente!

O Flamengo é Supremo!
É maior do que tudo,
Do que todos!

Dizem que não se ganha sem craques;
Já revelamos inúmeros para o mundo do futebol;
Mas, por outro lado,
Já vencemos com times medianos;
Que, pelos outros, foram avacalhados,
Sendo até chamados de mulambada!

Entre nossos grandes heróis,
Há inúmeros homens comuns;
Que se agigantaram ao vestir rubro-negro!
Não exigimos grandes habilidades técnicas,
Nossa fé pode transformar homens em santos guerreiros;
Mas, jamais, admitiremos,
O desrespeito ao manto que vestem!
É sagrado!

De manuais administrativos,
Contrariamos as regras mais elementares.
Dizem que não se vence sem organização e infra-estrutura.
Até concordamos,
Mas, mesmo assim,
Contrariamos!
Mostramos que mais importante do que tecnologia e cimento,
Estará sempre a força do ser humano!

Pois, como já disse,
O Flamengo é feito de gente.
Muita gente!
Por isto, é humano,
O que nos faz amá-lo.
E da força de todas as pessoas que O amam,
Com todos os seus múltiplos e complexos aspectos,
É que Ele se faz divino!

Oh, Flamengo!
Como é bom cantar ao mundo inteiro,
A alegria de ser rubro-negro!

FLAmém!

PS: Meu objetivo era ter postado um texto como este acima no "Dia do Flamenguista". Entretanto, naquele dia, perdi uma amiga. Uma pessoa generosa, leal, íntegra. Era aquela pessoa que mesmo não vendo com a frequência com que gostaríamos, parecia onipresente, pois estava sempre presente no pensamento e corações dos muitos que a admiravam. Adeus, Anna Sylvia. #Saudades!
Por tal motivo, não tive cabeça e coração para escrever sobre "Torcer pelo Flamengo". Entretanto, como, também, não poderia deixar a data passar em branco, apelei para um texto burocrático. Agradeço (e muito) aos que engrandeceram o último artigo com seus comentários. O meu muito obrigado a @GarfieldMix, @tutoriaal, @Leninha_Lena, @mel_mn, @pontualgustavo

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Os pecados de sábado à noite

Caríssimos, irmãos de fé rubro-negra,
Salve, Salve, FLAleluia!

Desta vez não utilizarei nenhum personagem fictício ou qualquer figura mitológica para descrever o nosso último jogo (???). Falarei sobre mim mesmo. Pois bem, como já havia informado neste humilde espaço, problemas profissionais tomaram-me bastante tempo na última semana. Motivo pelo qual não pude sequer ir ao Engenhão. Cheguei a recusar um camarote com mordomias. Entretanto, confesso que não sou muito chegado a uma social em meio ao culto. Desvia minha concentração absoluta no Flamengo Supremo, ferindo, assim, o primeiro mandamento desta Igreja. De qualquer forma, confesso, novamente, que pequei da mesma forma, uma vez que assisti ao jogo dividindo minha atenção com minhas questões profissionais. Afinal, os prazos estavam se esgotando. Não estou querendo dizer que causei a derrota e a vergonhosa atuação do time no sábado. Quem sou eu, para isto? Tenho certeza de que outros milhões de devotos estavam absolutamente concentrados a cultuar ao Flamengo.

Quem me acompanha sabe que procuro sempre ver o melhor, que sou um eterno otimista, mas, posso garantir, faço isso sempre sendo sincero. Entretanto, desta vez, o que vi, não gostaria de ter assistido. Jogar mal, perder, demonstrar falta de capacidade técnica, eu perdoo. A Nação rubro-negra perdoa. Mas, falta de garra, empenho, disposição, jamais. Pecado capital em nossa religião. O que presenciei no primeiro-tempo, principalmente, foi um bando de porcos fosforescentes entrando com vontade em cada bola, parecendo que tinham 3 vezes mais jogadores em campo. Cada bola era sempre 1 nosso contra 3 deles.

A atuação de nossos ungidos  no sábado (se é que podemos dizer que atuamos) foi daquelas que costumam apelidar por aí de apagão, blackout, curto-circuito. Foi daquelas que me levaram a cometer os pecados da ira, da vergonha, da melancolia e até da gula (culpa do nervosismo). Mas, não sei quem pecou mais: se fomos nós devotos ou o foi time. 

O juiz errou? Claro! Quando um time fica muito "agitado" com o comportamento de um árbitro (como ocorreu sábado), há algo estranho no ar. Mas, os erros da galera do apito, infelizmente, continuarão a acontecer a todo instante. Nossa missão é a de passar por cima deles. O que sempre fizemos. Ficar se lamentando é para outras religiões. A nossa prega a superação e a busca da felicidade.

Silas está errando? Muito! Mas, ficar trocando de técnico toda semana não costuma ser a solução. Ele tem é que ter coragem para mexer nas feridas. Não podemos ter intocáveis em um elenco que está na rabeira na tabela. No Grêmio, dizem, que caiu por não ter controlado o grupo. Pode estar ocorrendo o mesmo. A substituição do Juan, no meio da primeira-etapa, foi sinistra. Mas, pior é continuar vendo Deivid e Renato Canelada como titulares só pelo passado. No jogo trocou seis por meia dúzia. Embora, a meia dúzia, em questão, tenha mostrado mais serviço do que o seis, era preciso buscar algo mais do que isso.

Nessas horas é preciso esfriar a cabeça e dois dias depois a minha continua quente. Uma atuação daquelas, é claro, que deixa a todos preocupados. O que estará acontecendo?  Mas a diferença de postura do time nos jogos anteriores nos deixa uma esperança. Os próximos confrontos serão decisivos. Enfrentaremos a turma lá de trás. E poderemos ver qual será a, tão em moda, atitude do nosso time.
Quando não há tempo para treinar, que nosso time jogue com garra!
Quando faltar preparo físico, que nosso time demonstre união!
Palavra da Salvação,
FLAmém!

PS: Agradeço àqueles que se propuseram a tomar conta da Igreja na minha ausência. Mas não foi possível. :)

PS2: A bruxa realmente esteve solta. Ontem, após conclusão do projeto a que me dedicava fui atropelado (literalmente, não é ironia) lá perto da sede administrativa da Igreja na Gávea.  Não foi nada demais. Fiquei no lucro: susto, arranhões, um pé imobilizado, eu aqui de molho e, talvez, sem poder ir aos cultos. Poderia ter sido bem pior. Como não tenho qualquer habilidade mesmo, não serei problema para o próximo jogo. Não precisarei entrar em campo (quem sabe se Silas e Zico entrarem?). Mas, estarei lá com minha alma, a mesma que gostaria de ver em nossos ungidos.

segunda-feira, 12 de julho de 2010

E assim falou o Profeta

Caríssimos irmãos de fé rubro-negra

Salve, Salve, FLAleluia!

E assim falou o Profeta:

“Após a sexta estrela,
As trevas dominarão;
Mas, não se preocupem;
Tenham fé;
Afinal, na hora em que mais precisares,
O Messias voltará!

O Santo Nome do Flamengo será atirado à lama;
Mas, Ele reerguerá a nossa Morada;
Como já fizera uma vez.

No momento da sua chegada;
Haverá a quaresma;
Serão 40 dias de secura;
Sem culto ao Flamengo Supremo;
O desespero se abaterá sobre vós;
A luz não irá brilhar;
Os bárbaros farão a festa;
Porém, após a tempestade virá a bonança;
A calma se restabelecerá;
A Paz novamente reinará;
Como nos velhos tempos!

Não será por mágica,
Mas, por meio do trabalho árduo e duradouro;
Nos verdes campos,
prevalecerá a garra rubro-negra;
E com o grito das multidões,
O manto será novamente honrado por guerreiros!

E assim será!

FLAmém!

terça-feira, 27 de abril de 2010

Os 10 Mandamentos

Caríssimos irmãos de fé rubro-negra,
Salve, Salve, FLAleluia!

Enquanto aguardamos a decisiva Missa desta quarta-feira, com direito ao santo sacrifício de gaviões por parte de urubus, repasso algumas aulas do catecismo rubro-negro.

Atendendo a pedidos, transcrevo aqui os 10 mandamentos da Igreja Flamenguista do Reino Rubro-Negro, que costumo postar no twitter periodicamente. São eles:

1) Amar ao FLAMENGO sobre todos os outros clubes
“Amarás o Senhor Rubro-Negro e o Flamengo com toda sua força, sua alma e seu coração” (RN 10,1);

2) Repetir o santo nome do FLAMENGO sempre e em qualquer ocasião
“O Flamengo é nossa religião, quão poderoso é teu nome em todo o reino rubro-negro , por isto, deve ser sempre aclamado” (RN 10,2);

3) Guardar domingos e dias de jogos
“Guardarás o dia de domingo para santifica-lo e honrarás os dias de missa festiva” (RN 10,3);

4) Honrar a torcida e a instituição FLAMENGO
“Jogadores dêem toda a sua garra e entreguem-se por completo durante os jogos, pois é isto que se espera de quem veste o manto sagrado; este é o sacrifício para o qual foram chamados e assim serão felizes e eternamentes lembrados” (RN 10,4);

5) Ajudar ao Flamengo a sacrificar seus os adversários em nosso Templo Sagrado: o Maracanã
“O Senhor Rubro-Negro se fará presente com toda a sua plenitude ao ouvir o Flamengo ser louvado e glorificado durante os cultos e, assim, sacrificará os mascotes adversários oferecendo suas carniças aos urubus” (RN 10,5);

6) Não ter outro time e nem virar casaca
“Não pecar contra o próprio manto, usando ou glorificando o de outrem” (RN 10,6);

7) Ganhar de forma limpa, só com a força da nação, mas mandar o juiz ladrão direto para o inferno
“Não roubarás! Não há necessidade! O Flamengo poderá ser sempre superior contando apenas com a força de seus devotos; mas esses, também, não deverão aceitar mansamente a atuação de árbitros mal-intencionados, é preciso exigir justiça, sem entretanto apelar para qualquer violência” (RN 10,7)

8)Falar mal de qualquer outro time e nunca do Flamengo
“Jamais testemunhar a favor de outro clube, exceto quando a vitória de qualquer um deles beneficiar o Flamengo.” (RN 10,8);

9) Respeitar um irmão Rubro-negro como a ti mesmo
“Não levantarás falso testemunho contra um Flamenguista e respeitarás um outro rubro-negro como a ti mesmo” (RN 10,9);

10) Não cobiçar os títulos alheios – afinal teremos sempre os mais significativos
“Bem-aventurados aqueles que sabem compreender que por vezes alguns campeonatos podem ser entregues a outros para que possamos compreender pela derrota a importância da vitória e, entendendo esse mistério, saberão que os principais títulos estarão sempre do lado rubro-negro” (RN 10,10);

Acima de Tudo e de Todos, Flamengo.

FLAmém!

PS: Este texto foi republicado no Blog FLAmengo Eternamente! Obrigado pela honra, Warley!